Previsão dos consumidores: até 2030 as máquinas inteligentes conectadas ganharão preponderância

Publicado a: 29 Dezembro, 2020

Categoria: Notícias

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  • Os consumidores que adotam tecnologias em fases iniciais preveem que a conectividade inteligente possibilitará serviços que ultrapassam as experiências de banda larga móvel de hoje em dia
  • As expectativas dos consumidores quanto a uma conectividade mais inteligente são mais elevadas do que em relação a qualquer outro tipo de máquinas inteligentes conectadas
  • Estas previsões sobre máquinas inteligentes conectadas sugerem oportunidades de novos serviços de rede inteligente para as prestadoras de serviços de 5G.

Os consumidores preveem que a tecnologia conectada se tornará mais flexível e interativa no futuro e consideram que os dispositivos possibilitarão escolhas mais proativas e, até, criativas em diversas situações do dia a dia até 2030.

A décima edição do relatório do ConsumerLab “As 10 principais tendências de consumo” da Ericsson (NASDAQ: ERIC) destaca as previsões dos consumidores quanto às diversas funções que as máquinas inteligentes conectadas poderão assumir no futuro. Cada uma destas funções poderá ser considerada uma nova área de serviço, criando um leque de oportunidades para as prestadoras de serviços de 5G estenderem gradualmente as redes inteligentes aos consumidores.

No Departamento de Investigação da Ericsson, a nossa perspectiva é a de que os avanços na tecnologia das comunicações celulares e com IA permitirão a comunicação segura entre máquinas inteligentes conectadas nas redes do futuro. Em resultado, poderão tornar o mundo mais recetivo às necessidades dos consumidores do que nunca, uma vez que os próprios consumidores preveem que a conectividade inteligente possibilitará serviços que ultrapassam as experiências de banda larga móvel de hoje em dia.

Com base no nosso estudo sobre tendências globais de longa data, o relatório “10 principais tendências de consumo para 2030” do ConsumerLab apresenta as expectativas e as previsões de 50 milhões de consumidores que adotam tecnologias em fases iniciais em 15 cidades importantes.

Neste estudo, os inquiridos classificaram 112 conceitos de máquinas inteligentes conectadas, de uma perspetiva centrada no ser humano a uma perspetiva mais racional. Em resultado, obteve-se uma visão geral das 10 funções que os consumidores esperam que as máquinas inteligentes conectadas assumam no dia a dia até 2030. Cada tendência abordada neste relatório retrata uma função específica que essas máquinas poderão assumir.

Michael Björn, diretor do programa de investigação, responsável pelos estudos de consumo e pelo IndustryLab da Ericsson, e autor do relatório, afirma: “Fiquei surpreendido por ver que as expectativas dos consumidores quanto a uma conectividade mais inteligente são mais elevadas do que em relação a qualquer outro tipo de máquinas inteligentes conectadas. A tendência de Indicadores da conectividade inclui previsões de que os dispositivos se adaptarão de forma inteligente a qualquer sinal, com a utilização ininterrupta da conectividade celular, por Wi-Fi e fixa, bem como localizadores de sinal inteligentes que guiarão os utilizadores para locais com cobertura ideal, mesmo em áreas concorridas”.

“Isto sugere oportunidades para as prestadoras de serviços de 5G estenderem gradualmente as redes inteligentes, de forma a abrangerem um vasto conjunto de novos serviços para os consumidores. Cada uma das funções das máquinas que apresentamos neste relatório poderá ser considerada uma área de serviço completamente nova”.

“A tendência Bots da comunidade, por exemplo, destaca a função que a inteligência das máquinas poderia assumir na prestação de serviços comunitários muito requisitados. A tendência Explicadores apresenta a ideia de que todos os dispositivos ligados deverão ser capazes de se explicarem aos utilizadores, enquanto a tendência Bots da sustentabilidade se centra na necessidade crescente de conselhos climáticos inteligentes localizados no futuro”.

“Todos estes potenciais serviços têm em comum o facto de se basearem na comunicação inteligente entre dispositivos, o que, por sua vez, dá ainda mais prioridade à vertente da ligação em rede do que atualmente”.

As 10 principais tendências de consumo para 2030

  • Bots corporais: 76 por cento dos consumidores preveem que existirão fatos inteligentes de correção da postura.
  • Anjos da guarda: 3/4 dos consumidores acreditam que os guardiães da privacidade ajudarão a ludibriar câmaras de vigilância e impedirão a espionagem eletrónica.
  • Bots da comunidade: 78 por cento dos consumidores acreditam que os serviços de vigilância eletrónicos alertarão os bairros relativamente a invasores.
  • Bots da sustentabilidade: As condições meteorológicas futuras serão extremas – 82 por cento dos consumidores acreditam que os dispositivos partilharão dados e avisarão sobre chuvas fortes ou vagas de calor locais.
  • Defensores do home officing: Trabalhar a partir de casa sem problemas – 79 por cento dos consumidores afirmam que existirão colunas inteligentes a projetar barreiras de cancelamento de ruído em todo o espaço do home office.
  • Explicadores: Mais de 8 em 10 consumidores preveem a existência de sistemas automáticos de gestão financeira que explicam como gerir investimentos.
  • Indicadores da conectividade: Localizadores de sinal inteligentes conseguirão orientar os utilizadores para locais de conectividade ideal, segundo 83 por cento dos consumidores.
  • Bots malfeitores: 37 por cento dos utilizadores de RA/RV querem bots malfeitores que podem ser treinados para realizar assaltos ou atacar outras pessoas.
  • Criadores de conteúdo multimédia: Máquinas que tratarão de conteúdo. 62 por cento dos consumidores pensam que as consolas de jogos criarão jogos originais com base na jogabilidade de cada utilizador.
  • Bots autoritários: Cerca de 7 em 10 consumidores acreditam que as IA de redes sociais compreenderão a sua personalidade e construirão um círculo de amigos favorável para o seu bem-estar mental e físico.

Leia o relatório do ConsumerLab, “10 principais tendências de consumo para 2030”, aqui

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