Resiliência em tempos de crise: quanto consigo me encaixar nas mudanças?

Publicado a: 1 Dezembro, 2015

Categoria: Recursos Humanos

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Como você está se comportando nesse momento onde o mercado está estagnado e decrescendo? Como está sua postura dentro da empresa onde trabalha? Essas perguntas são de suma importância quando estamos passando por um momento de crise. Seja ele nacional, regional, local ou empresarial.

Mas porque essa pergunta é tão importante? Pois são nesses momentos que temos que nos adaptar e nos encaixar dentro da estrutura que será movimentada em virtude da crise.

Toda crise sempre gera uma mudança dentro das organizações. Sejam mudanças ruins de redução ou mudanças boas de expansão. Cada organização se posicionará de acordo com seu mercado ou com seu público. Mas o mais interessante da crise é que ela nos tira da zona de conforto. Faz a gente se movimentar e se adaptar. E isso é ser resiliente.

Se buscarmos no dicionário o significado da palavra resiliência, temos: Propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação. Capacidade de superar, de recuperar de adversidades.

Vejam que o próprio significado da palavra já diz muito, fala fortemente sobre o poder de adaptação, de voltar a um estado original. Mas será que queremos voltar realmente ao original ou queremos nos transformar completamente e nos encaixar em um lugar melhor. Atualmente, o mercado, principalmente o de TI, exige demais isso de todos os colaboradores. Somente aqueles que tem esse poder de resiliência perduram e conseguem cada vez mais crescer e ocupar espaços importantes dentro da organização.

Como dito no artigo “Porque os colaboradores não fazem tudo o que se espera deles?“, existem várias causas (muitas deles problemas dos líderes) para que os colaboradores não realizem as entregas desejadas. Mas em tempos de recessão, as empresas precisam se enxugar, reduzir e otimizar as ações e a TI tem papel fundamental nesse ponto, pois traz automação e soluções que podem apoiar nesta guinada. E são nesses pontos de transição que o profissional resiliente se destaca e mostra que consegue atuar em várias frentes e se encaixar em vários papeis.

Sim, o termo atual é papel. Não devemos mais ter apego a cargos e funções e sim a papéis que precisam ser desempenhados para que a empresa atinja seus objetivos e estratégia. As startups tem muito a nos ensinar sobre isso, onde uma equipe enxuta e pequena tem que assumir vários papeis para poder alavancar seu negócio.

Então, como está se comportando nesses momentos? Está sendo resiliente e atuando em várias frentes sem ego ou apego para alavancar o negócio? Ou está sentado em cima do seu cargo, atrás de uma mesa, esperando que tudo se resolva magicamente?

A resiliência está em nós. Cabe a nós nos modificar.

 

Leonardo Carvalho
Gerente de Projetos Senior na Stoque Global Services
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