Tangível abre academia de formação de human-centered design para empresas e profissionais

Publicado a: 26 Novembro, 2021

Categoria: Notícias

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Tangível Academy nasce como escola de formação de referência em human-centered design. Cursos e formações direcionados a empresas e profissionais individuais podem ser lecionados no local de trabalho e formatados à medida das necessidades das organizações.

A Tangível, consultora pioneira de Human-centered design em Portugal, acaba de lançar a Tangível Academy, uma academia de formação na área do human-centered design, com uma oferta de cursos e workshops para empresas e público em geral. Os cursos funcionam em dois modelos: turmas abertas – em que os alunos não têm de dominar as áreas de conhecimento das aulas – e turmas in-company, nas quais as formações são lecionadas em contexto de empresa ou elaboradas à medida das necessidades das organizações.

O principal objetivo da Tangível Academy passa por dotar as empresas e profissionais individuais de competências e conhecimento nas áreas abrangidas pelo human-centered design, tais como User Experience (UX), Service Design ou Design Thinking.

A Tangível Academy emerge da experiência de formação dada pela Tangível há muitos anos nas áreas de human-centered design (User Experience (UX), Service design, Design Thinking, etc), e em resultado da qual já foram formados centenas de profissionais das mais variadas áreas.

“A maior parte dos nossos clientes trabalha ou está, de alguma forma, ligada a empresas de Tecnologia . No entanto, não é um requisito. São inúmeros os exemplos de formações para empresas e profissionais ligados a sectores distintos, como é o caso da administração pública, retalho, energia, saúde e telecomunicações, sem quaisquer conhecimentos prévios de human-centered design. Tipicamente, são organizações que reconhecem a importância de se trabalhar a experiência dos seus utilizadores ou clientes, e pretendem aumentar estrategicamente a sua maturidade de UX”, explica Sandra Mouta, Head of Training da Tangível.

“Nesse sentido e, em jeito de exemplo, uma empresa que queira iniciar o seu caminho no mundo de UX ou Service Design, sem qualquer experiência no meio, pode optar por uma formação de nível inicial como ‘introdução à user experience’ ou a Certificação UX-PM Nível 1, por exemplo. O inverso também é exequível. Caso tenhamos organizações mais self-managed em UX, com targets específicos (ux designers, ux researchers, etc), também oferecemos formação que vai ao encontro das suas necessidades. Portanto, a nossa oferta também inclui formações adaptadas às necessidades das organizações”, adianta a responsável.

A oferta vai dos cursos de UX Writing ao UX-PM e Design Thinking, entre outros, sendo que não existem pré-requisitos para os frequentar. “A formação sempre fez parte da nossa estratégia, inicialmente on-site nas empresas, com ações de formação à medida. Desde 2018, lecionamos a Certificação UX-PM em formato presencial, em instalações providenciadas pela Tangível. No entanto, desde 2020 que, por motivos de força maior (a pandemia), reestruturamos todo o processo de logística para um formato remoto”, sustenta Sandra Mouta.

A formação na Tangível é concebida a partir de três pilares principais: (i) estratégia e transformação, (ii) research e (iii) design da experiência. Estes temas estão alinhados com a experiência e natureza dos serviços da empresa. O primeiro grande objetivo é que os formandos sejam agentes ativos na transformação e desenvolvimento das suas organizações, com uma perspetiva human-centered.

“Esta abordagem permitirá que desenvolvam melhores produtos e serviços, mas também que promovam melhorias nos processos estratégicos, comunicacionais, de resolução de problemas e de tomada de decisão, quer internos ou externos”, refere a Head of Training.

“Ao mesmo tempo, serão formandos mais capacitados, do ponto de vista técnico, para a utilização de metodologias e ferramentas de UX, research e design de interação. Espera-se com isto melhor qualidade do trabalho, maior transferência interna de conhecimento e na valorização da própria organização”, conclui.

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